O mercado de milho apresentou comportamento estável, com variações pontuais e baixa liquidez em diferentes regiões do país. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros na B3 seguiram com pequenas oscilações, refletindo fundamentos já consolidados ao longo da semana, enquanto o mercado físico permanece firme.
Na bolsa brasileira, os vencimentos mostraram movimentos mistos. O contrato de maio de 2026 encerrou cotado a R$ 72,05, com leve alta no dia, mas recuo na semana. Julho de 2026 fechou em R$ 71,25, com ganhos tanto no dia quanto no acumulado semanal. Já setembro de 2026 permaneceu estável em R$ 71,50, com pequena valorização semanal. O cenário acompanha a sustentação dos preços, em meio à demanda ativa e oferta ajustada.
No mercado interno, a liquidez segue limitada. No Rio Grande do Sul, os compradores mantêm postura cautelosa, priorizando estoques próprios, enquanto os preços variam entre R$ 56,00 e R$ 62,00 por saca. A média estadual recuou para R$ 57,55, refletindo leve queda semanal.
Em Santa Catarina, o descompasso entre pedidas e ofertas continua travando negociações. Vendedores indicam valores próximos de R$ 75,00 por saca, enquanto compradores atuam ao redor de R$ 65,00, mantendo o mercado com baixa fluidez.
No Paraná, a situação é semelhante, com indicações próximas de R$ 70,00 e demanda ao redor de R$ 60,00. Apesar de algum suporte nos preços, o volume de negócios segue restrito. As cotações variam entre R$ 58,94 e R$ 65,03 nas principais regiões.
Em Mato Grosso do Sul, após quedas anteriores, os preços mostram recuperação, com referências entre R$ 55,00 e R$ 57,00 por saca. Ainda assim, as negociações seguem pontuais, com o setor de bioenergia ajudando a sustentar a demanda, mas sem força suficiente para destravar o mercado.
